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O Principal Motivo Para Participar de um Curso de Oratória.

Muitos me perguntam a razão pela qual devem fazer parte de um Curso de Oratória.  E com segurança, respondo:

"existem alguns motivos que ñao podemos descartar sob hipótese alguma".

A Comunicação  é um elemento importantíssimo que pode construir ou destruir a sua marca e até mesmo você. 

Se a pessoa utiliza a voz, a sua comunicação verbal para interagir com outros, é  preciso ter clareza e objetividade para que, os que lhe ouvem e, ou, assistem, entendam a sua mensagem.

Parece impossível afirmar que algumas pessoas nao conhecem o processo da comunicação,  mas é  verdadeira tal afirmação.  É é,  na grande maioria das vezes,  no Curso de Oratória,  que a pessoa vai aprender e exercitar esse processo. 

O treinamento permite que o cérebro  registre a informação depois que ela foi processada várias  vezes. Um bom Curso de Oratória,  quando possui um número limitado de alunos, oferece a possibilidade para que todos realizem o treinamento e o repitam várias vezes.

No término desse treinamento o aluno estará apto a interagir  com o seu interlocutor, com seus pares, colegas, amigos, podendo discursar de forma consciente, conhecendo o tema para poder" encantar, convencer e seduzir" a platéia. 

Além dos inúmeros cursos, treinamentos, há  os que propõem  e oferecem um trabalho executado  com total seriedade. No entanto é  preciso pesquisar para obter a certeza de que estaremos de frente para bons profissionais que , certamente , empregarao  suas marcas através  de um trabalho ético, realizado com profissionalismo e dedicação. 

Depoimento de Rubenita Lopes Santiago – Professora de francês

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"Participei do Curso de Oratória do Centro de Aperfeiçoamento da Comunicação".  


Gostaria muito de parabenizar o curso de oratória que foi ministrado pela coordenadora Lúcia Vitagliano, onde aprendi técnicas claras e objetivas de falar em público. Recomendo a todos que tenham dificuldade de expressão em público a fazer esse curso. Amei muito

Rubenita Lopes Santiago - Professora de francês

A Timidez e o Medo de Falar em Público.

A maioria das pessoas é tímida, já se sabe há muito tempo. E tambem há o conhecido medo de falar em público: pesquisas exibidas até em programas de TV apontam que esse receio chega a ser maior que o medo da morte.

Para muitos, a proximidade do momento de uma apresentação em público, traz sintomas de insegurança, nervosismo e ansiedade exagerada, como suar frio, sentir frio na barriga, tremores e até taquicardia.

Extraído do livro" Técnicas de Apresentação " - José Carlos A. Cintra.

Se você deseja eliminar o receio de se expor diante de uma platéia, procure o nosso Curso de Oratória que já abriu inscrições para o Curso Básico de Oratória.

Seja eficiente. Não use e-mail.

Não, esse não é um texto de crítica ao uso de e-mail. Esse é um texto de crítica à não solução. À vergonha aprisionadora. Um texto de crítica ao esconderijo do “send”, da “message” e de tantos outros mecanismos que nos afastam do contato pessoal, permitindo que nos abriguemos atrás de telas onde não há a necessidade de falar com outras pessoas.

É um assunto que me intriga há alguns anos, desde quando vivenciei uma determinada situação profissional.

Resumidamente, certo dia uma colega estava com dificuldades para resolver determinado assunto, sugeri que ela ligasse para a pessoa responsável, ela me respondeu que preferia “falar pelo Skype”, eu questionei o motivo, ela me disse “vergonha de falar”. (A ocasião não permitia levantar da mesa e ir até a pessoa – o outro interlocutor).

Eu entendo. Isso acontece com todos nós. Quantas vezes queremos utilizar outros mecanismos pelo simples fato de preferir não nos relacionar diretamente com o outro interlocutor. Isso acontece com todos, independentemente do cargo / posição hierárquica. É notório, é só olharmos para os lados.

Porém, os riscos que essa atitude carrega podem custar muito caro. Esse “medo”, “vergonha”, “timidez” pode te afastar de oportunidades, ocasionar demoras excessivas na solução de problemas e, principalmente, impedir a criação de laços profissionais e pessoais com pessoas importantes em sua carreira.

É por isso que em determinadas ocasiões, opto, primordialmente, pelo velho e eficiente “Telephone” de Graham Bell.

De acordo com Fran Lebowitz, “o telefone é uma boa maneira de conversar com alguém sem ter de oferecer-lhe um drinque”. Talvez ele tenha razão, já que falar ao telefone nos permite captar a ‘temperatura’ da voz e criar um canal de proximidade ao interlocutor.

Não estou dizendo que não se deve usar e-mails e os mais variados meios de comunicação que temos atualmente. Todos têm sua finalidade, mas precisamos entender o melhor momento para usá-los, inclusive se a abordagem deve ser feita pessoalmente, no famoso “tête-à-tête”.

Finalizo com a seguinte reflexão do, meu conterrâneo, Millôr Fernandes:

“Só depois que a tecnologia inventou o telefone, o telégrafo, a televisão, a internet, foi que se descobriu que o problema de comunicação mais sério era o de perto.”.

Texto de Carlos Boechat, MSc.
Senior Tax Consultant at Deloitte